[RP Fechada] - My new best friend?

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Mensagem por Norfirion em Sex Abr 27, 2018 11:06 pm
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Seres da floresta misturados com humanos ou mais precisamente semi-deuses poderia ser algo estranho ainda mais para nós os elfos, porém, eu ainda estava me adaptando ao novo mundo sendo praticamente o único elfo existente naquela região e mesmo assim me juntei aos semi-deuses para um bem maior ou apenas para me proteger durante o dia.

Naquele momento eu havia sido atacado fora do acampamento ajudando os semi-deuses novatos a chegarem ao acampamento, porém, ambos de nós havíamos sido atacados e eu foi quem ficou mais machucado entre nós dois até que um leve clarão apareceu em minha visão a imagem de minha família pode ser vista até que o som de uma moça chegou ao meus ouvidos e de certa forma acordava rapidamente tentando me levantar.

-Tá tudo bem elfo! - Dizia a moça que logo em seguida pediu que eu tentasse me sentar e logo o fiz com um sorriso no rosto, masa logo ela me deitou pedindo para que eu descansasse e assim que a mesma se afastou pude ver outra moça adentrando a enfermaria pedindo alguma coisa e assim que foi passar por uma das camas acabou por ser de certa forma usada e com reflexos rápidos eu logo a ajudava todo dolorido.

-Você está bem semi-deusa? - Lhe questionava em quanto que com certa dificuldade voltava para a cama em que antes estava posto a observando em quanto a mesma começava a falar.
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Mensagem por Isabella A. Wild em Sex Abr 27, 2018 11:48 pm
Meu corpo relaxou em alguns segundos e eu me afastei. Levei uma pancada no lado da cabeça e dei alguns passos desajeitados pra trás, quase tropeçando. Um zumbido alto se criou em meus ouvidos, e balancei a cabeça, procurando desfazer a tontura que se instalou após o ataque. Respirei fundo, segurando a espada com mais força nas duas mãos, senti a mesma familiaridade de antes e levantei um pouco o olhar, o bastante para ver as pernas do monstro, se aproximando. Soltei um leve suspiro, rápido, e girei, abaixando a espada, ela acertou as pernas da criatura, fazendo-o cair.

[...]


Eu era balançada de um lado para outro de forma bastante rude. Não consegui me segurar por muito e acabei sendo arremessada contra a parede. Levantando com as mãos nas costelas, tentei me defender de seu próximo golpe rolando para o lado e conseguindo pegar minha espada novamente. Sem pensar muito me aproximei e tentei enfiar minha espada em sua costela, mas não deu muito certo ele se mexia tanto que seus braços tremendo acabava o defendendo. Resolvi que essa seria a hora de usar um dos meus poderes passivos novamente, olhei em seus olhos e senti seu corpo se paralisar de medo.

Empunhei minha espada e comecei a fazer cortes rápidos passando minha espada pelos seus tendões para ele perder a força e vir ao chão de uma vez. Assim que o monstro caiu, resolvi que seria a hora de finalizar a luta, cravei minha espada com tudo no coração da criatura, o ouvi urrar de dor e cair desfalecido no chão. Levantei-me e vi quando o corpo da criatura desapareceu em uma nuvem de poeira e fedor. Fiz uma careta por causa do cheiro e me sentei no chão, ofegante e com muita dor.

[...]

Minha missão tinha enfim terminado e em poucos segundos cheguei ao acampamento. Era tão bom ver as cortes, os dormitórios. Como dizem nada melhor do que o lar, e era isso que eu precisava naquele momento. Depois de ter saído praticamente morta da minha missão cada passo que eu dava era doloroso, mas mesmo assim prazeroso ainda mais por ter salvado o mundo.

Cheguei ao dormitório e dormi um pouco, precisava descansar e quando o sol não estava tão quente o Pretor mandou me chamar. Saí do chalé e dei uma volta no acampamento antes de chegar ao local onde ele estava. Adentrei a espécie de uma sala e me sentei em uma das poltronas.

- Gostaria de falar comigo?

- Gostaría de te parabenizar pelo sucesso que foi sua missão.

-Obrigado, senhor.

- Bom, era só isso se quiser ir descansar agora.

Confirmei com a cabeça e antes de sair do escritório, senti uma tontura e acabei desmaindo sendo levantada por ele. Eu tinha dormido, mas não cuidado de todos os ferimentos, ainda sentia dor.

[...]

Abri meus olhos e pisquei algumas vezes para identificar onde estava e para que meus olhos se acostumassem com a luz. O local é bem claro, tão claro que chegava a ser perturbador.

- Onde estou? - Levantei um pouco a cabeça, olhando a minha volta e eu reconheci, a enfermaria do acampamento.

- Descance, você se machucou feio. - Uma menina estava ao meu lado com uma pequena xícara. - E só um pouco de chá, vá para uma das camas e se deite.

Então fiz o que a curandeira mandou, e adentrei mais a enfermaria, ficando um pouco tonta e um espírito da natureza me ajudou a me deitar em uma das camas próximas a ele. Olhei para o mesmo com um meio sorriso e respondi.

- Sim, estou bem, apenas com algumas dores. E, você como está? Parece pálido. - Falei com um meio sorriso, ele era bonito, apesar da palidez eminente. Não podia falar em palidez até eu mesma era bem pálida. - Deixa me apresentar, sou Isabella filha de Plutão, mas pode chamar de Bella. Como, veio parar aqui?
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Mensagem por Norfirion em Sab Abr 28, 2018 12:05 am
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Assim que a mesma terminou de se apresentar abri um sorriso para a mesma. -O prazer é meu sou Norfirion elfo de uma das floresta da cidade perto do acampamento. - Dizia em quanto tentava me arrumar na "cama" da enfermaria cheio de dor.

-Pode se dizer que tive um problema com um monstro quando trazia um semideus para o acampamento e eu fiquei pior que ele o mesmo acabou de sair daqui. - Dizia assim que começava a soltar uma leve risada em quanto a observava e em seguida dava um leve suspiro. -Bem eu sou o único elfo que existe por essas partes então estou sempre ajudando o acampamento no que eles precisam, mas não moro aqui e mesmo que eu quisesse voltar o meu lar e achar os outros semideuses e trazê-los para cá a moça que cuidou de mim não deixa. - Falava dando uma leve pausa em quanto me sentava ficando um pouco melhor.

-Mas como foi que veio parar aqui na enfermaria? - A questionava em quanto a observava olhando a todos ao nosso redor com certo receio de estar ali na enfermaria o que era algo bem incomum já que os poucos seres que sobraram cuidavam de si mesmos.
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Mensagem por Isabella A. Wild em Sab Abr 28, 2018 12:35 am
Uma batalha vencida e uma missão concluída. Por outrora porém deveria permanecer em repouso. Já não me recordava da ultima vez em que estivera presente em tal ambiente, a enfermaria não era o local de meu maior agrado no acampamento, mas por vezes deveria passar uma temporada ou outra ali. O pretor podia ter lhe dado um trabalho menos árduo, e apesar dos movimentos lentos do monstro que enfrentou ainda conseguira me machucar o suficiente para me mandar para aquele local. Soltei um suspiro alto me recostando na cama e elevando o olhar, voltando os olhos para o elfo.

- Digamos, que acabei de voltar de missão, e a missão não foi tão fácil quanto imaginei que seria. - Soltei um gemido, ao movimentar o corpo, deitei mais na cama e me virei para ficar de frente para o elfo. Nunca, imaginária conversar e começar uma amizade com alguém naquelas condições. - Você é o primeiro elfo que vejo, já vi faunos e ouvi falar em vários seres, mas conhecê-los é completamente diferente. E como é sua casa? Vocês morem em casas na árvore ou o que? Deve ser divertido morar em meio a natureza, nunca conte isso aos outros, uma filha de Plutão sendo legal, atenciosa e ainda mais dizendo que viveria em meio a natureza, isso é contra o protocolo dos filhos dos mortos, sabe como é, deveríamos ser cadáveres ambulantes. Me fala um pouco sobre você e como os seres da natureza vivem, sou curiosa. - Disse, aquilo tudo em tom de brincadeira, a verdade é que eu sempre fui diferente dos meus irmãos, podia gostar das trevas e me vestir como tal, mas fui criada por minha mãe, meu irmão e outros humanos que me ensinaram a ser diferente, mas calorosa e divertida.

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Mensagem por Norfirion em Sab Abr 28, 2018 2:46 am
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Quando a mema me disse de sua missão logo balançava a cabeça positivamente e assim que ela disse que eu era o primeiro elfo que ela via ficava de certo modo lisonjeada e em seguida assim que ouvia sua voz tomei fôlego para começar a falar.

-Bem pode se dizer que vivemos em casas feitas totalmente de madeira nas árvores, porém, eu fui um dos únicos que sobraram não sei se existem outros de mim por ai. - Dizia a ela em quanto tentava respirar com uma dor nas costas, porém, assim que tentei me levantar a enfermeira rapidamente me pois a deitar e em seguida recebia um remédio para dor logo me voltando para Isabella.

-Nós seres quase não nos vemos muito, porém, alguns de nós convivemos juntos para nos proteger, já a mim é um pouco complicada da minha história. - Falava me lembrando de ter quase dizimado minha própria espécie sozinha por causa de uma magia colocada sobre mim, porém, eles ainda gostavam de mim sabendo que não era realmente eu que controlava meu próprio corpo.
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Mensagem por Isabella A. Wild em Sab Abr 28, 2018 4:10 am
Achei que dormindo um pouco meu corpo melhoraria, afinal temos o metabolismo mais desenvolvido que humanos comuns e isso inclui o sistema imunológico e recuperações, todavia os cortes nO tinham fechado e as dores não tinham passado. Mas, ainda ardiam e acabei sendo obrigada a ir para a enfermaria, onde estava naquele momento.O álcool e o iodo ardiam ao entrar em contato com os meus pequenos ferimentos e a pele avermelhada. Não era nada muito grave, apenas as dores pelo corpo que encomodavam, já havia me habituado com aquilo, a dor era apenas um sinal de que havia escapado de mais uma entre tantas outras batalhas. A curandeira tentava fazer aquilo da forma menos dolorida possível, mas a dor persistia. Por alguns segundos havia subestimado a força do oponente, aquele monstro era enorme, e agora pagava o preço por isso. A enfermeira então pegou os curativos e cobriu alguns ferimentos com os mesmos, já os machucados maiores foram enfaixados, e eu estaria pronta para sair dali na próxima manhã. *- Obrigado. - Agradeci a ela e voltei, o olhar para o elfo, e sorri após ouvir ele contar um pouco sobre sua vida.

- Deve ser legal morar em casas assim. Mas, aconteceu algo com sua espécie? - Perguntei me virando para fixar de frente para ele, ele parecia ser bem interessante e as histórias que ele teria para contar, seria um ótimo amigo, estava realmente encostada por conhecer alguém como ele, tinha algumas perguntas um tanto quanto constrangedoras, mas daria assim mesmo e olhando para o rapaz e me arrumando na cama, tirando a pequena blusa e ficando apenas de top para que as enfermeiras pudessem cuidar dos cortes pelo meu abdômen plano e minhas costas. - Sou curiosa, tenho umas perguntas a fazer. Me conta se não tem mais outros de sua espécie como você namora? Ou não namora? Talvez, sejam hermafroditas? Deve ser muito só ficar sem a companhia de ninguém.

Soltei um gemido e estremeci o corpo ao sentir o toque do iodo passar pelos cortes das costas, uma das curandeiras trouxeram um remédio de dor, tomei tudo em um gole e voltei minha atenção novamente para Norf, ele era uma visão bonita, pálido, olhos claros, cabelos brancos, muitas semideusas e semideuses ficaram loucos por aquele rapaz, pensei rapidamente nos meus irmãos e na sua leve inclinação para gostar de pessoas com aquelas características, ele faria sucesso em meio aos filhos do deus dos mortos. Mordi, o lábio inferior para não sorrir e soltar uma gargalhada, voltei a ficar seria pro alguns minutos e então disse. - Sei o quanto é complicado ser sozinho, eu mesma sou assim, morei com refugiados, perdi minha mãe bem cedo, também não tenho ninguém, apenas meus irmãos que quase não falam comigo aqui no acampamento.
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Mensagem por Norfirion em Sab Abr 28, 2018 8:42 pm
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Quando a enfermeira veio ajudar Isabella log me aconcheguei mais um pouco no local, porém, ainda ouvia os comentários de outros semideuses sobre o porque eu estar ali e logo ouvia a voz da filha de Plutão tentando sorrir. -O ultimo homem que me apaixonei foi morto por mim. - Dizia dado um suspiro pronto para começar a contar.

-Tudo começou alguns séculos atrás a minha vila vivia em harmonia com a natureza e nada para nos abalar, porém, outros seres foram nascendo a nossa volta e um deles são as bruxas se é que podem ser consideras seres. - Falava dando um suspiro logo em seguida me virando com dificuldade para ela. -Eu era um dos guardas da vila e em uma de nossas comemorações a nossa vila foi atacada, porém, eu fui forte e tentei ajudá-lo e mesmo com minhas maiores forças eu acabei sendo enfeitiçado por uma bruxa. - Falava fechando os olhos me lembrando da vila em chamas.

-Eu matei meu namorado e toda a minha vila, porém, eu não sei se há outros de minha espécie só que eu causei a destruição de minha vila. - Falava em meio a alguns suspiros logo deixando que uma lágrima caísse de meu rosto logo fechando os olhos e balançando a cabeça para me manter forte. -Mas eu vou lhe ensinar tudo sobre o meu povo e em troca me ensina mais um pouco do seu além dos semideuses que tal? - Lhe questionava esticando minha mão para a mesma.
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Mensagem por Isabella A. Wild em Dom Abr 29, 2018 3:46 am
Olhei para as camas ao redor, alguns campistas estavam deitados sobre elas, alguns dormiam profundamente, outros estavam acordados, olhando para o nada como se pensassem na vida, ou no que eles fizeram para estarem ali. Me remexi e vesti a camisa em seguida, já tinham acabado de fazer curativos em todos os meus machucados, o remédio era muito bom a dor que sentia começava a passar aos poucos.

Pisquei os olhos, encontrando-me com o teto da enfermaria novamente. Quantas vezes já não havia dado de cara com aquela vista? Muitas, realmente muitas vezes. Respirei fundo me levantando e juntando a informação que meu cérebro aos poucos processava.Havia realmente acabado de retornar de uma missão, e obtive sucesso, isso era um ponto extra para mim. Logo em seguida todas as outras informações vieram de uma só vez, me fazendo lembrar de tudo o que tinha acontecido por lá.

Girei meu corpo e então voltei a deitar na cama, ouvindo a história do garoto elfo. Olhei para ele e então apenas balancei a cabeça concordando e ouvindo tudo o que ele dizia, realmente deveria ser triste estar enfeitiçado e matar sem querer toda sua vila, todas as pessoas que um dia amou e destruir tudo o que um dia acreditou. Me, colocava no lugar dele e sentia um vazio enorme, podia imaginar a dor que ele sentiu e ainda sente com tudo isso.

- Olha, não sei pelo que passou, mas posso imaginar a dor de você ter destruído todas as pessoas que um dia amou. Saiba, que se precisar de uma amiga ou apenas conversar pode contar comigo. - Me arrumei e estiquei a mão apertando a dele. - Temos um acordo, você me ensina sobre o seu povo e eu te ensino sobre os semideuses e humanos. Um, primeiro passo é encontrar um novo amor para você. Você, parece que ainda acredito nisso, eu já nunca acreditei. - Sempre fui fria e para mim o amor, não significava muito coisa, nunca tinha me apaixonado e me apaixonaria.
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Mensagem por Norfirion em Dom Abr 29, 2018 8:35 pm
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Abria um sorriso para a mesma assim que ela decidiu me ajudar a achar um novo amor e eu logo a observava de certa forma querendo me levantar. -E então quer fazer isso agora mesmo podemos escapar e eu posso fazer algo para ajuda com nossas dores que tal? - Lhe questionava em quanto o silêncio tomava conta do lugar até uma das enfermeiras se aproximar.

-Está melhor elfo? - Ela me questionava em quanto eu observava a filha de Plutão logo olhando a enfermeira e abrindo um sorriso. -Estou me sentindo melhor obrigado senhorita. - Falava calmo e com um ar de cavalheirismo me lembrando de minhas maneiras na vila.
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Mensagem por Isabella A. Wild em Seg Abr 30, 2018 7:00 pm
Por vezes nossa vida devia ser fácil, mesmo em um dia rotineiro como aquele, mas estamos falando do acampamento, onde nada realmente é fácil. Sério? Em uma escola normal semideuses não enfrentam monstros, ou duelam com espadas, tão pouco passam a manhã de castigo ou na enfermaria se algo tivesse saído errado. Era o meu caso, tinha me machucado bastante na última missão, sinceramente algo realmente tinha saído errado. Sempre diziam, nem mesmo o mais forte dos heróis esta imune ao fracasso, ou a dor, tão pouco os imortais estão, então porque eu estaria?

 Não haviam mais resquícios dos ferimentos anteriores, gracas aos remédios e cuidados das curandeiras e isso me tranquilizou um pouco, mesmo eu não querendo ficar mais naquele lugar por já me sentir melhor, as curandeiras diziam que deveríamos ficar até o dia seguinte, mas estava entediada e não suportava ficar nem mais um minuto trancada naquele lugar, apenas olhando para o teto. Então, balançou a cabeça concordando com o que Noef disse e assim que a curandeira passou falando com ele, a menina desceu da cama, mesmo ainda com um pouco de dor e disse com a voZ baixa. - Vamos, mas para onde vamos?
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Mensagem por Norfirion em Seg Abr 30, 2018 7:14 pm
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Quando a filha de Plutão se levantou assim que a enfermeira passou por mim logo abria um sorriso de certa forma forma macabro logo me levantava da cama. -Que tal primeiro sairmos daqui e depois vemos para onde vamos? - Lhe questionava quando esticava minha mão para ela esperando que a mesma a pegasse.

-Mas caso tenha um local que queira ir só dizer. - Dizia a observando com meus olhos de certa forma frios como se a magia ainda estivesse correndo em meu sangue, porém, parte de mim ainda acreditava ser de minha própria psicologia que estava inerte a todo esse tempo.

Aquela conversa deveria ser mais rápida naquele momento antes que mais alguma enfermeira voltasse e nós dois tivessemos de voltar a nos deitar e ficar ali olhando o nada até que o dia acabasse, mas eu não estava a fim de ficar ali por muito tempo desde que cheguei mesmo.
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Mensagem por Isabella A. Wild em Ter Maio 01, 2018 4:02 am
Já fazia alguns dias que eu estava no acampamento. Tinha feito apenas um amigo, o elfo ali a sua frente. Criamos espécie de um vínculo e agora cada um iria ajudar o outro e ensinar o outro. Eu tinha prometido a minha mãe, a que buscaria um novo ideal para minha vida. Buscar algo que como ela, me fizesse 'ajudar as pessoas'. Cresci, apenas perto dos demais humanos refugiados, fiquei boa parte da minha vida apenas cuidando dos feridos. E, não diria que era péssima na maior parte das modalidades de treino do acampamento, mais também não era boa, Sean, meu irmão tinha começado a me treinar a pouco tempo, eu me saia bem com meu arco, o que era ótimo para mim já que em um combate corpo a corpo, corrida e outras modalidades eu me sairia razoável, era como se eu não tivesse nascido para isso, eu jamais seria uma boa guerreira, jamais seria uma combatente e ás vezes eu me sentia mal por isso, apesar de saber que nunca conseguiria mudar esse meu jeito ou será que conseguiria?

Possivelmente eu era bem sortuda. Espero que você tenha sentido o sarcasmo em minha observação anterior. Por dias, pensei qual seria minha verdadeira utilidade, dentro do acampamento e todas levavam apenas a uma, luta. Então, eu tinha uma ideia do que pedir ao Elfo. Algo, que eu sabia que ele era bom é realmente podia me ajudar, me ensinar a lutar, ou seja, me treinar e me ajudar a  melhorar minha esquiva e agilidade. Dei, uma das mãos ao Elfo e assim que a última curandeira saiu, juntos conseguimos fugir pela porta dos fundos da enfermaria, algo como que era usada apenas para entrega de materiais. Seguiram caminhando pelos túneis, a garota soltou uma gargalhada animada. - Eu, não acredito que fugi da enfermaria. -Ainda, não estava cem porcento, mas já me sentia muito melhor.

Seguimos, juntos por aquele caminho até que quando estamos bem afastados da enfermaria, parei um pouco e virei o corpo olhando para ele com um meio sorriso. - E então, o que sugere que façamos? Ia dar a ideia de você me treinar. Imagino, que elfos seja bons com lutas e eu realmente preciso aprender a lutar decentemente. Perguntei com um meio sorriso, encostando meio corpo nos túneis. Era, um pouco fria, talvez proveniente dos filhos de Plutão. Mas, com o Elfo foi diferente, senti uma conexão com ele de cara, e estávamos em uma mesma situação, por conta disso, não tinha sido como sempre fora, a antisocial e que quase não conversava com ninguém.
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Mensagem por Norfirion em Ter Maio 01, 2018 5:13 am
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Quando a última enfermeira saiu ela pegou minha mão e me guiou até as portas dos fundos da enfermaria indo diretamente a um dos túneis e logo ouvia sua voz. -Essa não era a primeira vez que vamos fazer isso. - Dizia entre alguns risos até ouvir sua voz novamente e logo me sentava em quanto ela se encostava em uma das paredes do túnel.

-Claro eu iria adorar lhe ajudar a treinar, que tal amanhã a tarde? - Lhe questionava ao ver sua cabeça balançar positivamente e logo ela pegou em minha mão novamente em quanto me puxava para fora do túnel. -Então amanhã a tarde não vai se esquecer. - Dizia brincando quando a mesma começou a rir e ambos estávamos fora do túnel.
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